A defesa do tenente-coronel Mauro Cid sustentou nesta terça-feira (25), durante julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que ele “apenas serviu à Justiça” ao colaborar com as investigações sobre a suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
“Nós não temos muita coisa para falar a despeito do Cid, apenas destacar a sua dignidade, a sua grandeza, a sua participação nos fatos, como testemunha, como intermediário, como, no caso aqui, delator”, afirmou o advogado Cezar Bitencourt. “Ele cumpriu o seu dever e tem o direito de ter o que merece, que já está sendo concedido.”
Bitencourt defendeu que a denúncia contra Cid não seja aceita, destacando que ele atuou apenas como colaborador e prestou informações relevantes às autoridades. “Pedimos que não seja recebida a denúncia em relação a Mauro Cid, pelas circunstâncias de que ele foi um colaborador”, reforçou.
O STF julga se aceita a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete acusados de planejar um golpe de Estado.
