Publicação aponta que ministra não consegue manter boas políticas ambientais para o Brasil
A revista americana The Economist publicou uma análise crítica sobre Marina Silva, ex-ícone ambiental e atual ministra do Meio Ambiente. A matéria aponta a deterioração de sua imagem no Brasil, onde enfrenta pressões do governo Lula. Outrora celebrada por reduzir o desmatamento na Amazônia em 50% durante seu primeiro mandato (2003-2008), a publicação lembra que ela está “enfraquecida”.
Em 2024, a Amazônia registrou o maior número do século, segundo o Inpe. O total é 42% superior ao de 2023 e marca um recorde durante a gestão de Marina na pasta do meio ambiente.

A publicação diz que o governo petista prometeu combater o desmatamento, mas enfrenta um dilema: ceder aos lobbys do petróleo ou manter compromissos ambientais para a COP30, que o Brasil sediará em novembro.
Sem bala de prata
Alguns dias após a publicação da The Economist, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) iniciou a abertura de uma investigação contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O relatório aponta falhas do Brasil no combate ao desmatamento ilegal, que representaria 91% de toda atividade do setor.
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