Urgente: CCJ do Senado aprova recondução de Paulo Gonet à PGR - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Urgente: CCJ do Senado aprova recondução de Paulo Gonet à PGR

A CCJ do Senado aprovou nesta quarta (12), a recondução de Paulo Gonet ao comando da Procuradoria-Geral da República foto: Senado Federal
A CCJ do Senado aprovou nesta quarta (12), a recondução de Paulo Gonet ao comando da Procuradoria-Geral da República foto: Senado Federal

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Por Redação

Recondução de Gonet foi aprovada por 17 votos a 10 na CCJ; indicação segue para votação no plenário do Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta (12), a recondução de Paulo Gonet ao comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) por mais dois anos.

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A decisão foi tomada por 17 votos a favor e 10 contrários, num placar mais apertado do que o de 2023, quando o procurador havia obtido 23 votos favoráveis e apenas 4 contrários.

Com a aprovação na CCJ, a indicação segue agora para o plenário do Senado, onde precisa do apoio da maioria simples dos parlamentares para ser confirmada.

A CCJ do Senado aprovou nesta quarta (12), a recondução de Paulo Gonet ao comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) por mais dois anos. foto: Senado Federal
A CCJ do Senado aprovou nesta quarta (12), a recondução de Paulo Gonet ao comando da PGR por mais dois anos.  foto: Senado Federal

A sessão de votação está marcada para ocorrer ainda nesta quarta.

A sabatina de Gonet durou cerca de seis horas. O formato foi dividido em blocos: a cada três oradores, o procurador-geral respondia às perguntas dos senadores. A sessão começou às 9h05 e se estendeu até 15h06.

Durante a audiência, senadores da oposição voltaram a criticar o que classificam como “perseguição” da PGR ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aos investigados pelos atos de 8 de janeiro.

Parlamentares cobraram equilíbrio e isenção do Ministério Público em casos considerados politicamente sensíveis.

Gonet, por sua vez, evitou confrontos diretos e reforçou o discurso de autonomia institucional e imparcialidade, afirmando que a atuação da PGR “segue os limites da Constituição e das provas”.

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