O Primeiro Comando da Capital (PCC) intensificou sua atuação internacional, alcançando 28 países, com destaque para Portugal, onde mantém 87 integrantes, incluindo um chefe do tráfico.
Segundo o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco-SP, a facção diversificou funções, criou redes de apoio a presos e estabeleceu esquemas próprios de narcotráfico no exterior.
Em 2023, o grupo faturou cerca de R$ 1 bilhão. Alemanha, Irlanda, Turquia e Japão são novos territórios de atuação. Na Argentina, o número de membros dobrou em um ano, atingindo 56.
Parcerias com cartéis, como a de um submersível com 6,5 toneladas de cocaína nos Açores, mostram a sofisticação do grupo. A falta de inteligência penitenciária em Portugal preocupa autoridades.
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