Na quarta-feira (25), o governo de Javier Milei revogou o feriado de 27 de junho, Dia do Funcionário Público, por decreto. A data celebrava na Argentina a adoção da Convenção nº 151 da OIT, de 1978. O porta-voz presidencial, Manuel Adorni, anunciou a medida na Casa Rosada, afirmando que trabalhar no governo é um serviço ao cidadão, não um privilégio. “O Estado existe para facilitar a liberdade dos argentinos, não para obstruí-la”, afirmou.
A decisão alinha-se à política de Milei de reduzir feriados e dias não úteis no setor público para fortalecer a cultura de trabalho e a eficiência administrativa.
O decreto critica os 19 feriados nacionais previstos até 2025, número elevado em comparação mundial, e argumenta que o fechamento da administração pública prejudica os cidadãos, que arcam com os custos. “A Argentina que valorizava o estatismo acima do setor privado é passado”, disse Adorni.
Enquanto isso, no Brasil…
Desde o início do governo Lula, as empresas estatais criaram 273 novos cargos destinados a indicações políticas. Com um custo anual estimado em pelo menos R$ 206 milhões em salários e benefícios, essas vagas são utilizadas para acomodar membros do PT, aliados de partidos da base e seus familiares em 16 diferentes companhias.
Leia também:
Milei publica novo decreto que flexibiliza porte de fuzis e submetralhadoras – Claudio Dantas
“Heróis”, elogia Milei sobre sonegadores de impostos – Claudio Dantas
