Além do “Careca”, o pedido também visava proteger o filho de Antunes e empresas ligadas a ambos. A defesa também queria que o STF proibisse o uso das informações sigilosas obtidas a partir das quebras.
Nas redes sociais, o presidente da CPMI do “roubo dos aposenados”, Carlos Viana (Podemos-MG), celebrou a decisão de Fux, dizendo que a comissão atua “dentro dos limites constitucionais” e disse que a decisão do magistrado “reforça a independência e a legitimidade do Parlamento brasileiro”.
Confira a declaração de Viana:
“O ministro Luiz Fux tomou uma decisão que reforça a independência e a legitimidade do Parlamento brasileiro ao negar o pedido do investigado conhecido como ‘Careca do INSS’ para suspender as quebras de sigilos determinadas pela CPMI.
A decisão confirma que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito atua dentro dos limites constitucionais, amparada pelo dever de investigar fatos graves que atingiram milhões de aposentados, pensionistas e viúvas em todo o país.
As medidas de quebra de sigilo não são atos de perseguição, mas instrumentos legais para garantir que a verdade prevaleça sobre qualquer tentativa de obstrução.
A CPMI do INSS reafirma seu comprometimento com a transparência, com o devido processo legal e com a busca da verdade em defesa do Brasil e dos aposentados que foram lesados”.
O ministro Luiz Fux tomou uma decisão que reforça a independência e a legitimidade do Parlamento brasileiro ao negar o pedido do investigado conhecido como “Careca do INSS” para suspender as quebras de sigilos determinadas pela CPMI.
A decisão confirma que a Comissão Parlamentar…
— Carlos Viana (@carlosaviana) October 23, 2025
