Flávio Bolsonaro explica ausência em caminhada de Nikolas Ferreira
Brasília, Quinta, 04 de junho de 2026
Política

Flávio Bolsonaro explica ausência em caminhada de Nikolas Ferreira

Senador afirmou que tinha viagem a Israel marcada e disse que pretende participar do ato previsto para domingo, em Brasília

Ele afirmou que tentou comparecer ao ato, mas foi impedido por compromissos previamente assumidos. Foto: Carlos Moura/Agência Senado

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Por Redação

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, explicou nesta terça-feira (20) o motivo de não ter participado presencialmente da “Caminhada pela Liberdade”, mobilização liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que teve início em Minas Gerais.

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Ele afirmou que tentou comparecer ao ato, mas foi impedido por compromissos previamente assumidos.

“Tentei até o último momento ir para aí, cara, mas não tinha jeito. O tempo não deixou. Eu decolo agora, 11h40, para Israel, uma viagem importantíssima também, que eu não tenho como adiar”, disse o senador durante uma videochamada com Nikolas Ferreira, o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) e outros aliados.

Apesar da ausência física, Flávio manifestou apoio à mobilização e elogiou a iniciativa dos parlamentares envolvidos.

“Parabéns a vocês aí pela iniciativa. Porque a gente tem que fazer a nossa parte. O que não está no nosso controle, deixa Deus agir”, afirmou.

A caminhada teve início em Paracatu (MG) e prevê um trajeto de mais de 200 quilômetros até Brasília (DF), com chegada prevista para o próximo domingo (25). Na data, está programada uma manifestação na capital federal, também organizada por Nikolas Ferreira. Flávio Bolsonaro confirmou que pretende participar do ato em Brasília.

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) têm se somado ao movimento ao longo do percurso. Entre os participantes estão deputados federais, estaduais, vereadores e influenciadores de direita, além do ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL), irmão do senador, que se juntou à caminhada nesta terça-feira (20).

Durante a mobilização, Nikolas Ferreira afirmou que o ato não tem caráter de confronto institucional.

“Esta caminhada não é uma bala de prata. Não é um gesto para resolver todos os problemas do Brasil, nem pretende substituir instituições, leis ou o dever de cada cidadão. Ela é, antes de tudo, um ato simbólico — e símbolos importam mais do que muitos imaginam”, declarou o deputado.

O grupo que participa da caminhada critica decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e o veto integral do presidente Lula (PT) ao projeto de lei que tratava da dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

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