A reunião foi acompanhada pelo advogado Marcelo Bessa e durou cerca de 20 minutos.
No pedido encaminhado ao STF, a defesa de Valdemar também solicitou a restituição de bens apreendidos pela Polícia Federal (PF) durante a investigação, como relógios de luxo e dinheiro.
Os advogados alegam que a proibição de contato com Bolsonaro foi imposta devido à investigação da PF sobre a suposta tentativa de golpe de Estado. Mas Valdemar ficou de fora da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), o que tornou sem efeito a restrição.
Valdemar também recuperou seu passaporte e poderá participar de eventos e homenagens a militares das Forças Armadas e policiais.

A restrição ao contato entre Bolsonaro e Valdemar havia sido imposta em fevereiro de 2024, quando a PF deflagrou a Operação Tempus Veritatis para investigar um suposto plano de golpe. A proibição foi mantida mesmo após a soltura de Valdemar em 10 de fevereiro, quando foi preso por posse ilegal de arma de fogo.
Ambos solicitaram diversas vezes o fim da restrição, mas seus pedidos foram todos negados por Alexandre de Moraes.
A única exceção ocorreu na missa de 7º dia da mãe de Valdemar, quando o ministro do STF permitiu o contato, mas impôs restrições, proibindo Bolsonaro de “manter qualquer diálogo acerca das investigações em curso, reafirmando, assim, seu pleno respeito às determinações judiciais”.

