“É alívio direto no bolso”, diz Motta sobre isenção do IR aprovada na Câmara
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

“É alívio direto no bolso”, diz Motta sobre isenção do IR aprovada na Câmara

Projeto que amplia a faixa de isenção do IR foi aprovado pela Câmara e segue para o Senado
Projeto que amplia a faixa de isenção do IR foi aprovado pela Câmara e segue para o Senado

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Por Mariana Albuquerque

Jornalista e pós-graduada em Direito Legislativo.

Presidente da Câmara e relator destacam impacto da medida que amplia isenção para rendas até R$ 5 mil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), classificou agora há pouco (1º) a aprovação da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda como um marco de alívio imediato para a população. Em coletiva após a votação unânime do Projeto de Lei 1087/25,

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“É um alívio direto no bolso de milhões de trabalhadores e aposentados de todo o país. É dinheiro que volta para a economia, para o consumo, que garante comida na mesa das famílias”, Motta afirmou em coletiva após a aprovação do PL.

Ao lado do relator Arthur Lira (PP-AL), o presidente reforçou que o texto aprovado atende a quem mais sofre com a carga tributária. “O Parlamento está do lado do Brasil, de quem acorda cedo, enfrenta dificuldades e merece um Estado que devolva em dignidade o que arrecada em impostos”, disse.

Motta ainda ressaltou que a Câmara “mostra mais uma vez que é amiga do povo” e que o resultado demonstra união entre diferentes blocos: “Quando o tema é o bem-estar das famílias brasileiras não há lados nem divisões”.

Arthur Lira destacou que a proposta corrige uma distorção histórica. “É um primeiro passo para corrigir uma distorção tributária e social das pessoas que menos recebem”, afirmou. O relator explicou que a medida vai beneficiar cerca de 15,5 milhões de brasileiros e reforçou que o impacto será perceptível já no próximo ciclo de arrecadação.

O projeto aprovado eleva a faixa de isenção para quem recebe até R$ 5 mil por mês e cria a cobrança mínima de 10% sobre rendimentos anuais acima de R$ 600 mil. A renúncia fiscal prevista é de R$ 25,4 bilhões, cerca de 10% da arrecadação anual do Imposto de Renda. O texto segue agora para análise do Senado.

Durante a coletiva, Motta também aproveitou para destacar ações de sua gestão na presidência da Câmara, citando o programa Câmara pelo Brasil, o uso de ferramentas de inteligência artificial para modernização de serviços e os preparativos para os 200 anos da instituição. Ele anunciou ainda a realização de concurso público para recompor o quadro de servidores.

 

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