“Isso não é liberdade de expressão”, declarou
O voto de Alexandre de Moraes retomou o julgamento sobre a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. O ministro iniciou sua explanação nesta quinta-feira (12) mostrando exemplos de conteúdos criminosos que permaneciam nas redes sociais mesmo após denúncias, como casos de racismo, nazismo e homofobia. Entre as imagens, Moraes colocou no telão do plenário vídeos dos atos do 8 de janeiro de 2023.
Ao exibir o vídeo das invasões aos prédios da Praça dos Três Poderes, o ministro afirmou que os indivíduos que cometiam crimes de vandalismo foram instigados por meio das redes sociais.
Também afirmou o termo “festa da Selma” foi usado no X (antigo Twitter) como código para recrutar pessoas a participarem do suposto golpe de Estado.
“Isso não é liberdade de expressão“, disse.
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