Pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira (30), mostra que 33,2% dos brasileiros consideram que a picanha está “muito mais cara” no governo Lula. Outros 16,8% afirmaram que está “um pouco mais cara”.
Segundo o levantamento, 21,7% disseram que o preço permanece igual ao de governos anteriores. Para 14,1%, a carne ficou “um pouco mais barata”, e 3,8% disseram que está “muito mais barata”. Já 10,5% não souberam responder ou não lembram.
A pesquisa foi realizada com 2.020 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. Dos entrevistados, 955 são homens e 1.065 são mulheres.
A promessa de “picanha e cerveja” foi um dos principais motes de campanha de Lula em 2022. A percepção de que o preço subiu é maior entre os homens (34%) e mais forte na Região Sul, onde 20,1% dizem que ficou “um pouco mais caro”.
Entre os que acham que o preço caiu, o Nordeste concentra os maiores percentuais: 20,5% afirmam que ficou “um pouco mais barato” e 5,2% que está “muito mais barato”.
O levantamento também mostra que 71,4% dos brasileiros perceberam aumento geral nos preços desde o início do atual governo. Outros 17,2% disseram que os preços permaneceram iguais e 9,4% notaram queda.
A percepção de alta é maior entre os moradores do Sul (77,9%) e do Sudeste (76,1%). No recorte de gênero, a diferença é pequena: 71,5% das mulheres e 71,2% dos homens afirmaram ter sentido aumento de preços.
Entre os que identificaram redução, o maior percentual está no Nordeste (13%), seguido por Norte e Centro-Oeste (10,3%), Sul (8,3%) e Sudeste (7%).
