O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, mandou lacrar, de maneira arbitrária, os celulares de todos os participantes da sessão da Corte sobre a denúncia da PGR contra o “núcleo 2” da suposta “trama golpista”.
Advogados, jornalistas e investigados foram obrigados a entregar seus aparelhos antes de acessar o auditório da Turma.
Os celulares foram lacrados e devolvidos em envelopes, com a orientação de que não poderiam ser abertos no local onde as denúncias estavam sendo analisadas.
A medida de Zanin não foi adotada durante o julgamento do “núcleo crucial”, que aconteceu no fim de março.
Jeffrey Chiquini, advogado de um dos réus do caso, se manifestou nas redes sociais sobre a decisão do magistrado: “Vossa excelência realmente já foi advogado um dia? Isso não é uma busca e apreensão ilegal?”.
O STF mandou recolher os celulares dos Advogados antes do início da sessão de hoje. É sério isso, Zanin? Vossa excelência realmente já foi advogado um dia? Isso não é uma busca e apreensão ilegal? Na legislação vigente do Brasil chama-se abuso de autoridade!
Esse estado de…— Jeffrey Chiquini (@JeffreyChiquini) April 22, 2025
