Presidente Trump e autoridades enviaram equipes de investigação ao local
Um atirador de 22 anos abriu fogo em uma igreja em Minneapolis, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (27) deixando duas crianças mortas e 17 pessoas feridas, incluindo 14 menores. O ataque ocorreu durante uma missa da primeira semana de aulas de uma escola católica anexa à igreja.
Segundo o chefe de polícia da cidade, Brian O’Hara, as vítimas fatais tinham 8 e 10 anos, e duas das crianças feridas estão em estado crítico. O criminoso disparou contra o local do lado de fora, quebrando janelas de vidro e atingindo as crianças e outros fiéis.
O atirador cometeu suicídio no local. As autoridades informaram que ele comprou legalmente as armas usadas, incluindo um fusil, uma espingarda e um revólver. O FBI classificou o caso como “terrorismo doméstico” e crime de ódio contra católicos.
Policiais relataram ter encontrado crianças escondidas dentro da igreja após os disparos. Moradores afirmaram ter ouvido até 50 tiros durante o ataque.
O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, comentou sobre a tragédia: “Não há palavras para descrever o horror e o mal deste ato desprezível. Há crianças mortas. Há famílias que perderam seus filhos. É impossível colocar em palavras a gravidade, a tragédia e a dor desta situação.”
O governador de Minnesota, Tim Walz, confirmou o ocorrido, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que foi informado do ataque e que o FBI foi acionado para agir rapidamente.
Alunos presentes na missa também relataram o terror vivido no momento. A estudante Clarissa Garcia, do quinto ano, disse à TV KSTP: “Fiquei com muito medo, ficamos rezando e rezando”.
