Segurança de Toffoli no Tayayá custou meio milhão aos cofres públicos
Brasília, Quinta, 04 de junho de 2026
Justiça

Toffoli passou 168 dias no Tayayá desde 2022

STF determina que provas apreendidas fiquem sob guarda do próprio Supremo
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

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Por Redação

Diárias de agentes pagos ao ministro do STF somaram R$ 548,9 mil

Dias Toffoli passou ao menos 168 dias no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), desde dezembro de 2022. O período equivale a cerca de 1 dia a cada 7 longe de Brasília. As despesas com a segurança do ministro do STF nessas estadas somaram R$ 548,9 mil em recursos públicos.

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A informação é do site Metropóles. Os valores referem-se às diárias pagas para agentes responsáveis pela escolta de Toffoli durante suas permanências no resort.

As informações obtidas pelo site constam em registros do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), de São Paulo, órgão que tradicionalmente envia equipes de segurança para acompanhar o ministro do STF no Tayayá, apesar de o empreendimento estar localizado no Paraná.

As descrições das despesas indicam de forma explícita a finalidade dos deslocamentos. Em uma das notas, o TRT-2 informa: “Prestar apoio em segurança e transporte para autoridade do Supremo Tribunal Federal, na cidade de Ribeirão Claro”.

De acordo com os dados, o tribunal costuma enviar quatro ou cinco agentes por vez para a segurança de Toffoli. Em estadas superiores a cinco dias, há revezamento das equipes.

Desde abril de 2025, quando o resort foi vendido ao advogado Paulo Humberto Barbosa, Toffoli esteve no Tayayá ao menos 7 vezes, permanecendo no local por um total de 58 dias nesse período.

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