A possibilidade de um telefonema entre o presidente Lula e Donald Trump levantou diversas indagações entre os aliados do governo e no Palácio do Planalto. A principal delas pergunta se haveria sentido em se arriscar a conversar com um líder tão imprevisível, conhecido por destratar presidentes em público.
O próprio ministro Fernando Haddad, em entrevista, condicionou a conversa à garantia de que Lula não seria desrespeitado. Contudo, segundo o Globo, a certeza de tal garantia, considerando o histórico de Trump, é praticamente impossível — o republicano bateu boca ao vivo com Zelensky
Ao final do dia de ontem, o consenso entre os auxiliares diretos de Lula é que o presidente não fará esse telefonema. A decisão vale, ao menos, até 1º de agosto.
Um dos motivos é que o próprio Donald Trump, aparentemente, não deseja essa conversa. Em discursos, Lula tem falado que ninguém na Casa Branca quer falar com ele.
