Petrobras prevê início da produção de petróleo na Foz do Amazonas até 2033
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Brasil

Petrobras prevê início da produção de petróleo na Foz do Amazonas até 2033

Petrobras estima início da produção na Foz do Amazonas até 2033, após licenças e testes de viabilidade. Foto: STF
Petrobras estima início da produção na Foz do Amazonas até 2033, após licenças e testes de viabilidade. Foto: STF

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Por Redação

Exploração no litoral do Amapá depende de licenças e avaliação de viabilidade econômica

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a produção de petróleo na Foz do Amazonas pode começar até 2033, caso o processo de licenciamento e a fase de avaliação ocorram dentro do cronograma previsto.

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Na segunda-feira (20), a estatal anunciou que obteve do Ibama a licença para perfurar um poço exploratório no bloco FZA-M-059, na Margem Equatorial, no litoral do Amapá.

A perfuração será iniciada imediatamente e deve durar cerca de cinco meses. O objetivo é identificar a existência de reservas de petróleo e gás em escala comercial. Essa fase pode levar até três anos.

Confirmada a viabilidade econômica, a Petrobras avança para o planejamento e o desenvolvimento do campo, com a elaboração de um Plano de Desenvolvimento que precisará ser aprovado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Petrobras estima início da produção na Foz do Amazonas até 2033, após licenças e testes de viabilidade.foto: Bloomberg
Petrobras estima início da produção na Foz do Amazonas até 2033, após licenças e testes de viabilidade.
foto: Bloomberg

O processo exige novas licenças ambientais para cada etapa: desenvolvimento, instalação das estruturas de produção e início da extração. “Se o processo correr bem e as licenças saírem no prazo, entre sete e oito anos”, disse a executiva.

O ponto de exploração fica em águas profundas, a 500 quilômetros da foz do rio Amazonas e a 175 quilômetros da costa amapaense.

Magda Chambriard classificou a autorização como “uma conquista da sociedade brasileira” e destacou o compromisso da companhia com a segurança ambiental. “Nesse processo, a companhia pôde comprovar a robustez de toda a estrutura de proteção ao meio ambiente que estará disponível durante a perfuração em águas profundas do Amapá”, afirmou.

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