Senador Rogério Marinho critica medidas judiciais contra lideranças políticas e religiosas
O senador Rogério Marinho (PL-RN) divulgou nota pública em que repudia tentativas de criminalizar manifestações da sociedade e a perseguição a lideranças políticas e religiosas.
“O direito de reunião é cláusula pétrea da Constituição Federal; e criticar autoridades jamais poderá ser considerado ato ilícito”, afirmou.
O parlamentar classificou como inaceitáveis o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, do deputado Eduardo Bolsonaro e a condução coercitiva do pastor Silas Malafaia. Segundo ele, tais medidas não se coadunam com o devido processo legal.
Marinho destacou que manifestações públicas não são crime e disse que confundir expressão cidadã com coação processual demonstra “medo da voz popular”.
O senador defendeu que a população permaneça mobilizada e apontou a anistia ampla como caminho para encerrar o ciclo de perseguições e devolver estabilidade institucional ao país.
