Governo reduz projeção do salário mínimo de 2026 para R$ 1.627
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Economia

Governo reduz projeção do salário mínimo de 2026 para R$ 1.627

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Foto: Reprodução
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Foto: Reprodução

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Por Redação

Revisão do Ministério do Planejamento aponta queda na estimativa 

O Governo Federal revisou para baixo a projeção do salário mínimo para 2026. De acordo com novos cálculos do Ministério do Planejamento e Orçamento, Ministério do Planejamento e Orçamento,o valor estimado passou de R$ 1.631 para R$ 1.627, uma redução de R$ 4 em relação à previsão anterior.

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A estimativa inicial constava no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), enviado ao Congresso Nacional em agosto deste ano pela equipe econômica do governo.

A revisão ocorre após a atualização dos índices que compõem a fórmula de correção do salário mínimo.

Pela atual política de valorização, o reajuste considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB). 

Com a inflação dentro da margem de tolerância da meta ao final do ano, o índice de correção aplicado foi menor do que o previsto anteriormente, o que resultou na redução do valor projetado para 2026.

Apesar do recuo nominal, o governo afirma que o novo valor mantém o chamado ganho real, ou seja, aumento acima da inflação oficial, preservando o poder de compra dos trabalhadores que recebem o mínimo.

Embora a redução pareça pequena individualmente, o impacto para os cofres públicos é relevante. O salário mínimo é referência para o pagamento de benefícios previdenciários, assistenciais e programas sociais. Segundo estimativas técnicas, cada R$ 1 de aumento no mínimo representa uma despesa adicional de milhões de reais ao orçamento da União.

Se confirmado pelo Congresso, o valor de R$ 1.627 representará um reajuste de aproximadamente 7,3% em relação à base atual utilizada pelo governo.

A proposta será analisada pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta quarta-feira (3) e, posteriormente, seguirá para votação no plenário da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

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