O Poder360 publicou levantamento mostrando que as cortes superiores vão gastar ao menos R$ 128,8 milhões com segurança privada este ano – fora o custo com a Polícia Judicial e agentes cedidos de outros órgãos, como a Polícia Federal.
São 828 agentes privados para proteger ministros, funcionários, suas residências e os prédios públicos do STF, do STJ, do TST, do TSE e do STM. Os serviços incluem escolta, vigilância 24 horas, inclusive nas residências pessoais, e motoristas armados.
O custo do Supremo é o maior: R$ 42 milhões. O valor inclui 230 agentes em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Esses custos se somam a outros, como o uso de jatinhos da FAB para deslocamento nacional e internacional.
Com exceção da invasão do prédio vazio do STF em 8 de janeiro de 2023 e de ameaças amalucadas e xingamentos online, não há registros de aumento da violência criminosa contra ministros e funcionários desses tribunais, sequestros ou algo do gênero por parte do crime organizado.
