O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou nesta tarde (29), durante sua sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que o poder jurisdicional brasileiro não pode ser um espaço “tirânico”.
Indicado de Lula (PT) ao STF, Messias respondeu a questionamentos sobre a imagem da Corte diante da sociedade e críticas recentes a decisões de ministros.
“Eu não posso negar que o STF tem sido questionado por diversas decisões que têm sido tomadas em diversos temas, sejam eles políticos ou criminais”, afirmou o sabatinado.
“Eu gostaria de dizer com muita tranquilidade que eu não acho que o exercício do poder jurisdicional deva ser tirânico, o exercício do poder jurisdicional não é espaço de corrupção para lisonja, não deve ser em benefício da autoindulgência”, continuou.
“O exercício do poder jurisdicional deve ser um ato de sabedoria”, completou Messias.
