O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) levantou suspeitas sobre o patrimônio do ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, que foram recentemente sancionados pelo governo dos Estados Unidos.
Em entrevista ao programa Alive, do canal Claudio Dantas, o parlamentar afirmou ter “muita convicção” de que os bens do ministro estariam sendo escondidos em paraísos fiscais no exterior para evitar o congelamento de contas.
A sanção dos EUA, baseada na Lei Magnitsky, incluiu o Instituto Lex de Estudos Jurídicos, que pertence à família Moraes. Segundo o deputado, o instituto é “desconhecido da maioria dos brasileiros”, mas possui “mais de 10 imóveis”, incluindo casas em Campos do Jordão e no Guarujá. Para ele, o patrimônio não se justifica pelo salário de ministro e pode ser usado para lavagem de dinheiro.
Eduardo Bolsonaro citou a recente compra de uma casa de R$ 12 milhões em Brasília, que ele considera “muito suspeita”, e afirmou que essa seria apenas a “pontinha” de um patrimônio muito maior.
O deputado sugeriu que parte dos bens de Moraes pode estar em paraísos fiscais, como Suíça e Ilhas Caimã, para que ele e a esposa “se vejam fora, impunes dessas sanções norte-americanas.”
Apesar das suspeitas, Eduardo Bolsonaro disse que o “jogo é pesado” e que os Estados Unidos levam a sério as sanções. Ele acredita que a medida contra Moraes e sua esposa, por meio da Lei Magnitsky, poderá revelar outras atividades financeiras “suspeitas” do ministro.
Assista ao programa na íntegra:
