Eduardo Bolsonaro diz que EUA estão perto de aplicar Lei Magnitsky contra Moraes - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

Eduardo Bolsonaro diz que EUA estão perto de aplicar Lei Magnitsky contra Moraes

Foto: Rosinei Coutinho/STF

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Por Redação

Eduardo diz que Moraes “expõe o baixo nível” do STF ao ser provocado

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira (25), em entrevista à Revista Oeste, que os Estados Unidos estão mais próximos do que nunca de aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. A medida prevê sanções a quem for acusado de violar direitos humanos, e tem sido o foco da atuação internacional do parlamentar.

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Segundo Eduardo, sua mobilização nos EUA ao lado do jornalista Paulo Figueiredo e de outros aliados já apresentou provas suficientes dos abusos praticados por Moraes. Entre os principais exemplos, ele cita a prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro.

“É um dos casos catalogados e uma das frentes com as quais Alexandre de Moraes vai ter que lidar”, afirmou.

Eduardo elogiou a postura de Filipe Martins, que ficou seis meses preso por ordem do ministro do STF.

“Foi homem demais, convenhamos. Segurou cadeia e conseguiu dar recado para o sistema, de que prefere sofrer injustiça a cometê-la”, disse o deputado.

A defesa de Filipe também contesta judicialmente o falseamento dos registros de imigração dele nos EUA. Para Eduardo, o novo advogado do ex-assessor “tem feito um excelente trabalho”.

Na avaliação do parlamentar licenciado, não há como lidar com Moraes apenas com argumentos técnicos.

“Não adianta querer argumentar tecnicamente com Alexandre de Moraes. Alexandre de Moraes, uma vez provocado, mostra quem ele realmente é. O baixo nível, a várzea que está esse Supremo Tribunal Federal.”

Ele afirma que, diante das arbitrariedades cometidas no Brasil, especialmente após os atos do 8 de janeiro, há respaldo suficiente para justificar uma sanção internacional.

“Existe um plantel de coisas que estão sendo feitas erradas no Brasil”, concluiu.

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