Eduardo Bolsonaro celebra Magnitsky a Moraes e cobra anistia ao pai - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Justiça

Eduardo Bolsonaro celebra Magnitsky a Moraes e cobra anistia ao pai

Eduardo Bolsonaro diz que as contas de sua esposa também foram bloqueadas
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Por Isac Mascarenhas

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) agradeceu a Donald Trump e ao secretário de Estado Marco Rubio pela aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes nesta quarta-feira (30). Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar expressou gratidão pela “sensibilidade de olhar para o Brasil e entender as diversas violações de direitos humanos em curso”.

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Eduardo Bolsonaro classificou a medida como um “marco histórico” e afirmou que seu objetivo, desde que decidiu ficar nos EUA, era “sancionar Alexandre de Moraes”. Ele vê a decisão como o “primeiro passo para que existam meios suficientes para que a gente possa resgatar a nossa democracia, a harmonia entre os Poderes e a normalidade das instituições”.

Para ele, a sanção representa o início de uma resposta global contra o que chama de abusos de autoridade no Brasil. “O mundo está olhando para o Brasil”, completou.

Eduardo Bolsonaro foi o principal articulador da ofensiva internacional, intensificando a interlocução com parlamentares republicanos e pedindo diretamente a Trump e Rubio a aplicação da Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras.

A sanção inclui Moraes na lista de estrangeiros impedidos de manter transações com cidadãos e instituições americanas, além de prever o congelamento de eventuais bens sob jurisdição dos EUA.

A declaração de Eduardo ocorre em meio a uma crescente pressão entre aliados de Jair Bolsonaro por uma reação institucional contra o STF e por uma anistia ampla aos condenados e investigados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.

O deputado endossou o discurso e cobrou ação do Congresso Nacional. “Chegou a hora do Congresso agir. A anistia ampla, geral e irrestrita é urgente para restaurar a paz, devolver a liberdade aos perseguidos e mostrar ao mundo que o Brasil ainda acredita na democracia”, escreveu.

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