DNA confirma suspeito de matar Charlie Kirk, aponta FBI
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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DNA confirma suspeito de matar Charlie Kirk, aponta FBI

FBI confirma que DNA encontrado em arma e objetos do crime corresponde a Tyler Robinson, suspeito de matar Charlie Kirk
FBI confirma que DNA encontrado em arma e objetos do crime corresponde a Tyler Robinson, suspeito de matar Charlie Kirk

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Por Redação

FBI aponta Tyler Robinson como autor do crime

Nos Estados Unidos, o FBI confirmou que o DNA encontrado em evidências do assassinato do ativista pró-Trump Charlie Kirk corresponde ao suspeito Tyler Robinson, de 22 anos, que está sob custódia da polícia.

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A informação foi confirmada pelo diretor do FBI, Kash Patel, nesta segunda-feira (15), em entrevista à Fox News.

O material genético foi recuperado de uma chave de fenda e de uma toalha – ambas encontradas com a arma usada no assassinato de Kirk.

“Posso informar hoje que os resultados dos exames de DNA da toalha que estava enrolada na arma de fogo e o DNA da chave de fenda foram processados positivamente para o suspeito sob custódia”, disse Patel.

As autoridades acreditam que o suspeito pulou de um telhado antes de fugir da Universidade de Utah Valley logo após o ataque a tiros. Ele correu por um trecho de mata até um bairro próximo, deixando no caminho a arma de fogo enrolada em uma toalha.

Patel também revelou que o suspeito escreveu uma mensagem em que afirmava que tinha a “oportunidade” de matar Kirk e iria “aproveitá-la”. A mensagem foi escrita antes do ataque a tiros de quarta-feira. Não está claro o formato da mensagem; Patel a descreveu como um “bilhete” e uma “troca de mensagens de texto”. Ele disse que a mensagem já havia sido “destruída”, mas foi recuperada pelos investigadores.

A íntegra da mensagem não foi divulgada.

A entrevista de Patel à Fox News é incomum, já que autoridades do FBI e promotores do Departamento de Justiça geralmente evitam dar detalhes investigativos em casos abertos para não prejudicar a investigação.

Patel defendeu o papel do FBI no caso, em meio a questionamentos sobre sua condução da investigação. Funcionários da agência afirmaram anteriormente à CNN estar frustrados com a forma como Patel liderou o caso.

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