Investigada na CPMI do INSS, Cecília Mota nega irregularidades
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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Investigada na CPMI do INSS, Cecília Mota nega irregularidades

CPMI do INSS pede prorrogação de mais 180 dias
CPMI do INSS pede prorrogação de mais 180 dias Foto: INSS

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Por Redação

Ex-dirigente da Aapen afirma que acusações são precipitadas e que vem sendo usada como “bode expiatório”

Em depoimento à CPMI do INSS nesta terça (18), Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional (Aapen), afirmou estar sendo alvo de especulações e tratada como “bode expiatório” no caso que investiga irregularidades em consignados para aposentados e pensionistas.

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Mota rebateu as suspeitas de envolvimento em fraudes e disse que a narrativa divulgada até agora “não corresponde à realidade”. Segundo ela, conclusões apressadas têm colocado seu nome no centro de um escândalo sem que haja, de fato, comprovação das acusações.

“A narrativa que circula na imprensa não corresponde à realidade. Estão tentando me transformar em bode expiatório”, declarou.

A CPMI apura a atuação de associações e entidades que teriam atuado em descontos indevidos na folha de aposentados, além de possíveis falhas na fiscalização do INSS e de órgãos do governo federal.

A ex-presidente da Aapen afirmou que colaborará com as investigações e defendeu que os fatos sejam analisados de forma técnica, “sem prejulgamento”.

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