Processo de escolha ganha destaque após aposentadoria de Barroso
Após o anúncio da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, voltou ao debate o processo de escolha de novos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A indicação é feita pelo presidente da República, mas precisa ser aprovada pelo Senado Federal.
A decisão não é exclusiva do chefe do Executivo. O nome indicado costuma ser discutido entre integrantes do Congresso Nacional, o que demonstra a necessidade de uma boa relação entre os Poderes. Ao longo da história política do país, já houve casos em que nomes preferidos por presidentes não foram confirmados para o cargo.

Em geral, o presidente tende a indicar juristas alinhados à sua visão, levando em conta que os ministros podem permanecer na Corte por décadas.
Nos últimos anos, as sabatinas tornaram-se mais longas e transparentes, com espaço para a participação popular por meio de perguntas enviadas aos senadores, o que ampliou a importância do processo e o papel do STF na vida pública.
