Com a iminente aposentadoria de Cármen Lúcia, que diz estar sofrendo pressão da família para deixar o Supremo Tribunal Federal, o nome de outra jurista já ganha força nos bastidores de Brasília. Trata-se de Morgana Richa, ministra do Tribunal Superior do Trabalho desde 2021.
Morgana tem doutorado em Direito, iniciou sua carreira em 1992 como juíza titular da 15ª Vara do Trabalho e, em 2019, foi promovida a desembargadora. Entre 2009 e 2011, foi conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidido por Gilmar Mendes, de quem se tornou muito próxima.
Gilmar e Morgana têm sido vistos em restaurantes de Brasília. Assim como o ministro, ela separou-se recentemente. Foi casada com José Richa Filho, o Pepe Richa, irmão do ex-governador tucano Beto Richa (Paraná), alvos da operação Rádio Patrulha.
No TST, Morgana se mostrando uma magistrada dedicada a pacificar a jurisprudência trabalhista de forma menos ativista e mais procedimental, garantindo que a Justiça do Trabalho não atropele ritos processuais (como a ampla defesa) e não entre em choque com a jurisprudência vinculante do STF.
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