A prisão e, logo depois, a revogação, ocorre dentro do processo de investigação sobre a suposta trama golpista
O tenente-coronel Mauro Cid foi conduzido à sede da Polícia Federal (PF) às 11h desta sexta-feira (13) para prestar depoimento, após ter um mandado de prisão expedido e, em seguida, revogado. Na manhã, Gilson Machado, ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro, foi preso sob suspeita de tentar emitir um passaporte para Cid deixar o país.
A prisão de Mauro Cid também havia sido decretada, mas o ministro Alexandre de Moraes rapidamente revogou a ordem e agendou uma audiência de urgência para as 11h na PF.
Cid foi localizado em sua casa, no Setor Militar Urbano, em Brasília, enquanto praticava exercícios físicos. Devido à sua alta patente, o Exército foi informado da prisão ainda durante a madrugada. No pedido de Moraes, a prisão deveria ser realizada discretamente, sem “espetacularização”. Celulares também foram apreendidos.
Gilson Machado, por sua vez, é acusado de buscar um passaporte português para o militar, no fim de maio. O ex-ministro está na Superintendência da PF, em Recife
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