O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (15) que, se eleito presidente da República em 2026, assinará uma anistia geral como seu primeiro ato no cargo. Segundo ele, a medida tem o objetivo de “pacificar o país” e encerrar disputas políticas e judiciais que, em sua visão, travam o desenvolvimento nacional.
“Caiado Presidente da República, o primeiro ato que eu assino ao tomar posse é a anistia para que haja pacificação no país. Esse assunto está encerrado e vamos trabalhar. O Brasil quer um presidente que trabalhe, que dê resultado para o país”, disse durante evento no Expo Center Norte, em São Paulo.
Caiado explicou que a medida só poderia ser formalizada após a posse e assinatura do diploma, mas garantiu que essa será sua prioridade inicial caso vença as eleições. Para ele, a anistia ajudaria a virar a página dos conflitos institucionais e abrir caminho para o crescimento econômico, a estabilidade e o resgate da competitividade brasileira.
No mesmo evento, o governador também citou sua recente aproximação com a Amazon, atribuindo o ambiente regulatório de Goiás como atrativo para empresas inovadoras. Como exemplo, mencionou a sanção de uma lei estadual sobre inteligência artificial.
A fala de Caiado reforça declarações feitas no dia anterior, em entrevista à GloboNews, quando afirmou que daria anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso fosse eleito.
“Está aí um furo para você: Ronaldo Caiado presidente da República vou anistiar e começar uma nova história no Brasil”, disse.
