“A maior delas, das obrigações, é falar a verdade. É não se omitir, não se contradizer. Não há na colaboração premiada essa ideia de que ‘só respondo o que me perguntam’”, disse o ministro do STF ao ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.
“O colaborador ou colabora com dados, com dados efetivos — até porque há um requisito essencial para que os benefícios sejam concedidos, a efetividade da colaboração — , (ou) se não houver efetividade da colaboração, se a colaboração em nada auxiliou, não há por que, dentro dessa ideia de Justiça colaborativa, Justiça premial, se dar os benefícios”, disse o magistrado.
