Mauro Vieira e Marco Rúbio voltam a se reunir nesta quinta-feira (13) - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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Mauro Vieira e Marco Rúbio voltam a se reunir nesta quinta-feira (13)

O encontro dará sequência a uma reunião breve realizada na quarta-feira (12), à margem do encontro ministerial do G7, no Canadá
O encontro dará sequência a uma reunião breve realizada na quarta-feira (12), à margem do encontro ministerial do G7, no Canadá. Foto: Republicação.

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Por Karoline Cavalcante

Jornalista e pós-graduanda em Marketing Político e Campanhas Eleitorais

Após encontro breve nesta quarta-feira (12) no Canadá, diplomatas vão aprofundar negociações sobre “tarifaço”

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, devem se reunir nesta quinta-feira (13) em Washington para aprofundar as negociações sobre a redução do chamado “tarifaço” norte-americano, que impôs sobretaxas de 50% a produtos brasileiros.

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O encontro dará sequência a uma reunião breve realizada na quarta-feira (12), à margem do encontro ministerial do G7, no Canadá, onde os dois diplomatas conversaram por cerca de cinco minutos.

Segundo fontes ligadas ao Itamaraty, o objetivo desse diálogo inicial foi manter canais de comunicação abertos e demonstrar disposição mútua para buscar uma solução negociada.

Tarifaço

O pacote de tarifas, em vigor desde agosto, atinge produtos como café, carne, frutas, pescados, suco de laranja e máquinas industriais.

Vieira afirmou que qualquer sinal de redução das tarifas é “auspicioso e muito bem-vindo” para a economia brasileira, embora ainda não tenha havido comunicação oficial sobre mudanças

A Casa Branca justificou as medidas como retaliação a ações judiciais envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com foco no ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Do lado brasileiro, o governo considera as sanções injustificadas e ressalta que os Estados Unidos continuam com superávit no comércio bilateral.

Venezuela 

Além do comércio, outros assuntos estratégicos, como a situação da Venezuela, ainda não foram discutidos entre os chanceleres, mesmo com os EUA aumentando sua presença militar na região e monitorando embarcações por suspeita de tráfico de drogas.

Durante a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), Lula chegou a se oferecer como mediador em eventuais negociações entre Washington e Caracas.

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