União Brasil e PP defendem Toffoli após saída do caso Master
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Política

União Brasil e PP defendem Toffoli após saída do caso Master

Em nota pública, federação critica narrativas “sem base sólida” e reforça confiança na integridade do ministro do STF

A federação também declarou confiança na integridade do ministro. Foto: Reprodução/Instagram @progressistas

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Por Karoline Cavalcante

Jornalista e pós-graduanda em Marketing Político e Campanhas Eleitorais

A federação formada por União Brasil e Progressistas divulgou nesta sexta-feira (13) uma nota pública em defesa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, após ele deixar a relatoria de ações relacionadas ao Banco Master na Corte.

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No comunicado, as siglas afirmam que há tentativas de direcionar a opinião pública contra o magistrado por meio de versões “sem base sólida”, classificadas como caluniosas. A federação também declarou confiança na integridade do ministro e sustentou que o funcionamento da Justiça depende de equilíbrio institucional.

“Atentar contra o ministro Toffoli é enfraquecer não só um servidor da Nação ou um Poder da República, mas sim atacar os pilares do nosso próprio sistema democrático”, diz trecho.

O texto foi assinado pelo senador Ciro Nogueira, presidente do PP, e por Antonio Rueda, dirigente do União Brasil.

Confira:

Saída da relatoria

Toffoli decidiu se afastar dos processos após reunião administrativa com os demais integrantes do STF, na quinta-feira (12), convocada para discutir relatório produzido pela Polícia Federal a partir da perícia no celular do empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Segundo a corporação, o aparelho continha documentos com menções ao ministro e a outros integrantes da Corte. A PF levantou a hipótese de eventual suspeição, mas os ministros avaliaram que não caberia ao órgão formalizar esse pedido e entenderam não haver elementos para afastamento obrigatório.

Ainda assim, Toffoli optou por deixar voluntariamente a condução dos casos.

Após a decisão, houve redistribuição automática dos processos, e o novo relator sorteado foi o ministro André Mendonça.

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