Trump culpa democratas por morte de refugiada ucraniana esfaqueada nos EUA Trump responsabiliza democratas por assassinato de refugiada ucraniana nos EUA e cobra endurecimento judicial após críticas ao ex-governador Roy Cooper.
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Justiça

Trump culpa democratas por morte de refugiada ucraniana esfaqueada nos EUA

Governo Trump entra em shutdown; disputa com democratas sobre Obamacare trava orçamento.
Governo Trump entra em shutdown; disputa com democratas sobre Obamacare trava orçamento.

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Por Redação

Presidente critica sistema judicial e defende maior intervenção federal na segurança

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsabilizou as políticas judiciais democratas pelo assassinato de Iryna Zarutska, refugiada ucraniana de 23 anos, esfaqueada em Charlotte, na Carolina do Norte. O caso ocorreu em 22 de agosto, mas só ganhou repercussão neste fim de semana, após a divulgação de imagens de câmeras do metrô que registraram momentos antes do ataque.

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”Por muito tempo, os americanos foram forçados a tolerar cidades governadas por democratas que soltam criminosos selvagens e sanguinários para atacar pessoas inocentes”, disse.

Segundo Trump, a jovem foi emboscada por Decarlos Brown Jr., de 34 anos, que possuía 14 detenções anteriores e histórico de “problemas mentais”. O presidente acusou o sistema judicial de falhar ao permitir a soltura do agressor sob fiança em várias ocasiões.

“O autor do ataque tinha sido detido em 14 ocasiões e libertado sob fiança”, escreveu Trump nas redes sociais, atribuindo a responsabilidade ao ex-governador democrata Roy Cooper, que deixou o cargo em janeiro e é pré-candidato ao Senado.

O Departamento de Polícia de Charlotte-Mecklenburg informou que Brown foi preso após o ataque e agora enfrenta acusação de assassinato em primeiro grau.

Trump tem reforçado o discurso de endurecimento contra a criminalidade. Desde 11 de agosto, ele assumiu o controle federal da segurança em Washington e afirma querer expandir a medida para outras cidades governadas por democratas, alegando que o país vive uma onda de “crimes sem precedentes”.

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