Governadores cobram ação de Lula e elogiam megaoperação no Rio
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu nesta quinta-feira (30) que facções criminosas sejam classificadas como “terroristas”.
A declaração foi feita durante uma reunião no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, da qual o governador participou de forma remota.
Durante o encontro, Tarcísio elogiou a megaoperação que mobilizou 2,5 mil agentes e resultou em 121 mortes, sendo mais da metade desses já identificados como criminosos. A ação ocorreu nos complexos do Alemão e da Penha.
Segundo ele, o Rio de Janeiro “deu uma grande demonstração” de força contra o crime organizado.

Tarcísio fala de virar o jogo contra o crime
“Está na hora de virar o jogo contra o crime”, afirmou. “Não dá mais para tratar criminoso como vítima. O criminoso faz vítimas.”
O governador lamentou a morte dos quatro policiais envolvidos na operação, mas destacou que o Estado não pode se omitir.
“Toda morte acaba sendo uma derrota para nós, dói, mas não reagir seria covardia, seria rendição.”
Tarcísio relembrou os ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) em 2006, quando mais de 500 pessoas morreram em São Paulo, e disse que o enfrentamento às facções deve ter o mesmo rigor aplicado ao combate ao terrorismo.
