Indicação ainda não ocorreu um mês após aposentadoria do ministro e Jorge Messias é apontado como favorito
Um mês após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, a escolha de seu sucessor no Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou o quarto processo mais demorado na gestão Lula.
Até agora, os dois ministros escolhidos mais lentamente pelo presidente foram Flávio Dino, em 58 dias, e Cristiano Zanin, em 51 dias.
Apesar da votação apertada no Senado para a recondução do procurador-geral da República, Paulo Gonet, auxiliares de Lula indicam que o advogado-geral da União, Jorge Messias, segue como favorito para assumir a vaga.
Antes de formalizar a indicação, Lula pretende se reunir com o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e com o ministro do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas, ambos também cotados para o cargo.
Após a escolha presidencial, o indicado ainda passará por sabatina no Senado.
Historicamente, o Senado apenas barrou indicações em três ocasiões, todas em 1894.
