Valdemar: “Só perderemos a eleição se formos muito incompetentes”
Brasília, Sexta, 05 de junho de 2026
Política

Valdemar: “Só perderemos a eleição se formos muito incompetentes”

Presidente do PL afirma que alta rejeição de Lula favorece a oposição

Presidente Nacional do PL, Valdemar Costa Neto
Presidente Nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Foto.: Beto Barata/ PL

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Por Redação

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (4), durante a Marcha para Jesus, em São Paulo, que a oposição chega em posição favorável para a disputa presidencial de 2026 e declarou que o partido só deixará de vencer a eleição caso cometa erros graves ao longo da campanha.

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“Se é uma crise, vai, vamos ter outras. E nós vamos superar todas, porque o Lula está com uma rejeição de 48%. Nós só perderemos a eleição se formos muito incompetentes. E nós não somos”, disse em entrevista ao Poder 360.

A declaração foi dada em meio aos preparativos do PL para a corrida ao Palácio do Planalto, que tem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência da República.

Valdemar também avaliou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e argumentou que a pandemia limitou a atuação da gestão federal durante parte significativa do mandato.

“Bolsonaro governou dois anos. Os outros dois anos foram com o país fechado”, afirmou. Segundo ele, apesar das restrições impostas pela crise sanitária, o ex-presidente entregou “um grande resultado para o país”.

Ao comentar as prioridades de um eventual retorno do grupo político ao comando do Executivo, o dirigente defendeu medidas voltadas ao crescimento econômico e à geração de empregos.

“Nós precisamos voltar, fazer o país crescer e melhorar a vida das pessoas, que nós temos muita gente que precisa de emprego e que precisamos tocar esse país para frente”, declarou.

O presidente do PL também comentou a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos e demonstrou confiança em uma solução negociada para evitar novas tarifas sobre produtos brasileiros.

“Eu acho que isso vai ter acordo. Não vai taxar. Ele [Trump] precisa muito do Brasil também. Precisamos negociar bem, negociar com os Estados Unidos e chegar num ponto de acordo. Eles precisam da gente também”, afirmou.

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