Na reunião com a oposição na semana passada, Hugo Motta iniciou sua fala defendendo a aprovação do aumento do IOF decretado pelo governo Lula. Segundo ele, o país precisava fazer “esse sacrifício” para evitar um shutdown da máquina.
Sua posição foi imediatamente rechaçada pelos presentes. “Esse governo não merece qualquer sacrifício”, disse Evair de Melo, vice-líder da oposição. O deputado do PP do Espírito Santo sugeriu a Motta que, se quisesse, bancasse sozinho a defesa do decreto.
Além de não aceitar o aumento do IOF, a oposição passou a exigir a retomada do debate da reforma administrativa, cujo Grupo de Trabalho foi finalmente criado pelo presidente da Câmara — que, afinal, não pareceu disposto a se sacrificar pelo governo Lula.
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