A Quaest não realizará pesquisas eleitorais nem monitoramentos para candidatos e partidos durante a campanha de 2026. O instituto informou que concentrará sua atuação na execução de mais de 200 pesquisas contratadas pela Globo e suas afiliadas, além de trackings e estudos qualitativos encomendados por empresas privadas.
A decisão foi anunciada pelo diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria, Felipe Nunes, em publicação nas redes sociais. Segundo ele, a definição foi aprovada pelo conselho da empresa.
“A @quaestpesquisa se reuniu com o seu conselho esta semana e decidiu que não vai fazer nenhuma pesquisa nem monitoramento para candidatos e partidos na campanha deste ano.”
De acordo com Nunes, o instituto direcionará sua estrutura para cumprir os contratos já firmados com os veículos do Grupo Globo e com clientes da iniciativa privada.
“Decidimos concentrar esforços na entrega das mais de 200 pesquisas já encomendadas pela Globo e suas afiliadas, além dos trackings e qualitativas que foram contratados por empresas privadas que desejam acompanhar o cenário eleitoral.”
O diretor afirmou que a decisão busca preservar a atuação institucional da empresa durante o processo eleitoral.
“Esta decisão reforça o compromisso do nosso time com isenção, isonomia e independência. Publicar pesquisas em um processo eleitoral tão importante quanto o que se avizinha exige responsabilidade e cuidado com o público que acompanha e segue o nosso trabalho.”
Além das pesquisas eleitorais que serão divulgadas ao público, a Quaest continuará produzindo trackings e pesquisas qualitativas para empresas privadas interessadas em acompanhar a evolução do cenário político e econômico.
Felipe Nunes também informou que o instituto pretende ampliar sua atuação no mercado corporativo às vésperas de completar dez anos de funcionamento.
“Às vésperas de completar 10 anos, a Quaest está ampliando e inovando sua atuação no setor privado, que cada vez mais tem demandado insights para proteger suas marcas e enfrentar a complexidade do ambiente de negócios no país. É com esse posicionamento que pretendemos seguir crescendo, mantendo nossa credibilidade e rigor científico.”