O G1 diz que Robert Prevost, agora eleito Papa Leão XIV, teria acobertado abusos cometidos por dois padres contra três mulheres quando elas ainda eram crianças. As acusações remontam ao tempo em que Prevost era administrador da diocese de Chiclayo, no Peru, e motivaram a abertura de uma investigação no Vaticano.
Prevost, de 69 anos, nasceu em Chicago e viveu por mais de 20 anos no Peru, onde chegou a obter cidadania. Uma das vítimas contou ter ligado para ele em 2020 para relatar os abusos, mas os relatos só teriam sido encaminhados oficialmente à Santa Sé dois anos depois.
Dos dois padres acusados, porém, um foi afastado e o outro já estava fora das funções religiosas devido a problemas de saúde. A diocese negou qualquer tentativa de acobertamento, sustentando que o agora pontífice seguiu os protocolos exigidos pela Igreja.
Durante o conclave que elegeu o novo papa, a diretora da organização Bishop Accountability, Anne Barrett Doyle, chegou a criticar outros candidatos por supostos acobertamentos, mas Prevost não foi mencionado entre os nomes citados. Na prática, é apenas a velha imprensa fazendo seu trabalho sujo.
