Pai da urna eletrônica ainda não foi localizado pela Polícia
Brasília, Sexta, 03 de julho de 2026
Justiça

‘Pai da urna eletrônica’ ainda não foi localizado pela Polícia Federal

Ministro ciceroneou engenheiro em visita ao TSE, em 2022
Ministro ciceroneou engenheiro em visita ao TSE, em 2022 (Alejandro Zambrana/TSE/Divulgação)

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Por Claudio Dantas

A Polícia Federal ainda não encontrou Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, um dos 10 alvos dos mandados de prisão domiciliar expedidos de ofício ontem por Alexandre de Moraes.

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Numa decisão ilegal e sem qualquer fundamentação lógica, o ministro determinou a prisão do grupo após a tentativa de fuga de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal.

A defesa de Rocha informou que ele não mora mais no endereço buscado pela PF e que ainda não forneceu a nova localização. Caso não se apresente, pode vir a ser considerado foragido e ter sua prisão domiciliar cautelar convertida em preventiva.

O engenheiro foi condenado a 7 anos e 6 meses de prisão domiciliar por produzir o estudo encomendado pelo PL para questionar o resultado das eleições de 2022. Embora seja um dos maiores conhecedores do voto eletrônico, o STF o acusou fazer um relatório sem base técnica.

FILIPE MARTINS

Assim como Rocha, ontem foi alvo de mandado de prisão domiciliar o ex-assessor internacional Filipe Martins e mais 8 condenados pela trama golpista. Mesmo sem terem violado as cautelares existentes, Moraes alegou risco de fuga.

Para o advogado constitucionalista André Marsiglia, colunista deste site, o ministro usa uma “fórmula medieval” ao punir pessoas por atos de terceiros. Ele lembra outros casos, como o da esposa de Alexandre Ramagem, da mãe de Carla Zambelli e da filha de Oswaldo Eustáquio.’

Além de Martins, outros 9 condenados por trama golpista vão para domiciliar

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