'Martelo de Trump' encerra guerra e abre nova era de dissuasão não nuclear - Claudio Dantas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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‘Martelo de Trump’ encerra guerra e abre nova era de dissuasão não nuclear

Casa Branca/Divulgação

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Por Claudio Dantas

Donald Trump encerrou a primeira guerra da história com uma bomba não nuclear e sem baixas. A operação ‘Martelo da Meia-Noite’ usou a superioridade aérea dos B-2 Spirit e das bombas antibunkers GBU-57 para destruir as principais instalações nucleares do Irã, demonstrando um poder de dissuasão inalcançável hoje por outras potências militares.

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Um trabalho limpo, elogiado até por aliados de Teerã na comunidade de inteligência. Afinal, com exceção de colunistas brasileiros da mídia mainstream, quem pode ser contra uma operação que retirou do insano Ali Khamenei qualquer chance de desenvolver uma ogiva nuclear?

O autodenominado líder supremo, que subjuga mulheres, as estupra e mata, é celebrado pela esquerda nazifascista brasileira, mas tornou-se persona non grata até no Oriente Médio, inclusive entre árabes antissemitas – já foi chamado de novo Hitler por Mohammad Bin Salman, que não é propriamente um democrata.

Para essa turma, o velho barbudo enlouqueceu com tanto poder e dinheiro, deve estar impotente e sonhando com a virilidade post mortem ao lado de 72 virgens. Só isso pode explicar sua sanha imperialista, seu sonho nuclear, um pesadelo para Israel e para todos na região; para o mundo.

Bombas atômicas só foram usadas pelos Estados Unidos contra o Japão nazista porque ninguém mais as detinha. Depois, tornaram-se inviáveis do ponto de vista militar. Ao contrário do senso comum, são um péssimo instrumento de dissuasão, justamente porque seu uso é inviável num mundo nuclearizado.

Basta que alguém aperte o botão vermelho para provocar um efeito cascata em escala global, uma hecatombe daquelas que colocaram os dinossauros nos livros de história e fundaram a paleontologia. Por isso, o combo B-2 Spirit + GBU-57 inaugura uma nova era de dissuasão, com precisão, potência e versatilidade.

Afinal, o grande custo de qualquer guerra é o humano. Um governo pode sair de uma posição de amplo apoio popular para uma situação insustentável, dependendo de quantas vidas civis são perdidas ao longo do tempo. Exemplos não faltam, vide Vietnã, Iraque e Afeganistão.

O lobby da indústria bélica ama ver governos deslocando imensos exércitos, lançados pelos céus em helicópteros e cargueiros, apoiados por jatos tecnológicos e cruzadores; mas a política odeia vê-los depois se afundando em pântanos e tempestades de areia de guerras híbridas intermináveis.

Trump está de parabéns por não sacrificar os filhos da América em vão. A estatura de um líder não é só medida pelas guerras que venceu, mas pelas vidas que poupou. Ironicamente, percebo nos comentários de muitos analistas uma certa frustração pelo fim precoce do conflito.

Mas, calma, operações psicológicas merecem ser incentivadas para garantir a mudança de regime que o americano mencionou dias atrás. Um país rico como o Irã, em história e reservas naturais, com algumas das maiores bacias de petróleo e gás do planeta, precisa dividir isso com seus cidadãos.

São eles os donos dessa riqueza e não meia dúzia de mulás pervertidos e ambiciosos. Se a ameaça nuclear iraniana foi detida, para o bem do planeta; cabe à sociedade iraniana enterrar Khamenei para sempre no seu próprio bunker; o paraíso dos covardes; retomando o passado de liberdades civis e prosperidade. Que as chamas das GBU-57 também queimem os hijabes.

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