Irmão de Flávio Dino cobra punição por excessos em operação na Maré
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
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Irmão de Flávio Dino cobra punição por excessos em operação na Maré

O desembargador Sálvio Dino, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, defendeu que agentes de segurança envolvidos na megaoperação realizada pela Polícia Militar e pela Polícia Civil na Maré, no Rio de Janeiro, sejam responsabilizados por eventuais excessos cometidos durante a ação.
O desembargador Sálvio Dino, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, defendeu que agentes de segurança envolvidos na megaoperação realizada pela Polícia Militar e pela Polícia Civil na Maré, no Rio de Janeiro, sejam responsabilizados por eventuais excessos cometidos durante a ação. Foto: Redes Sociais/Facebook

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Por Redação

Desembargador critica atuação policial e provoca reação de associações de segurança no Rio

O desembargador Sálvio Dino, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, defendeu que agentes de segurança envolvidos na megaoperação realizada pela Polícia Militar e pela Polícia Civil na Maré, no Rio de Janeiro, sejam responsabilizados por eventuais excessos cometidos durante a ação.

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A operação, que ocorreu nesta semana, deixou mortos, feridos e provocou forte reação de moradores da região.

Em manifestação pública, Sálvio Dino afirmou que o Estado não pode permitir que ações policiais resultem em mortes sem investigação rigorosa.

Para ele, operações desse porte precisam seguir critérios legais de proporcionalidade e controle, sob risco de violação de direitos fundamentais.

A operação mobilizou helicópteros, blindados e centenas de agentes para cumprir mandados contra grupos armados que atuam no complexo de favelas.

Segundo a polícia, o objetivo era desmontar redes criminosas ligadas ao tráfico e à extorsão. No entanto, relatos de moradores indicam confronto intenso, interrupção de serviços e bloqueio de vias durante toda a manhã.

O governo do Rio ainda não comentou a declaração.

A Secretaria de Segurança Pública afirmou apenas que os procedimentos internos para apuração de mortes em operações estão sendo seguidos, como determina a lei.

 

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