Investigações conduzidas por autoridades federais e estaduais dos Estados Unidos buscam esclarecer possíveis articulações por trás do assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, ocorrido durante palestra na Utah Valley University. O principal suspeito é Tyler Robinson, que teria efetuado os disparos após uma pergunta provocativa de Kirk sobre atiradores em massa trans.
De acordo com o New York Post, vizinhos relataram a presença de veículos com placas de fora do estado circulando nas proximidades da residência de Robinson, que ele dividia com o namorado transgênero Lance Twiggs. As visitas ocorreram cerca de duas semanas antes do crime, o que levantou suspeitas sobre eventual envolvimento externo.
Twiggs, atualmente tratado como “pessoa de interesse”, colabora com as autoridades e entregou mensagens digitais do acusado. Uma das contas seguidas por Twiggs na rede X publicou, logo após o ataque: “Nós fizemos isso”. Em seguida, comentou sobre a internação de Kirk: “DEIXE MORRER. DEIXE-O MORRER.”
Reportagem da Axios indica que as autoridades avaliam ligações de Robinson com grupos trans de esquerda da região. Usuários das redes X e Reddit fizeram publicações enigmáticas nas semanas que antecederam o atentado. Em 9 de setembro, a conta “NajraGalvz” escreveu: “Charlie Kirk está vindo para a minha faculdade amanhã, espero que alguém o evapore literalmente”. Horas depois, publicou: “Vamos apenas dizer que algo grande acontecerá amanhã”.
Outra conta, “Fujoshincel”, publicou em 5 de setembro: “algo GRANDE em breve”, pedindo atenção às notícias. Após a confirmação da morte de Kirk, citou o próprio post e comentou: “Bem, é isso”.
A investigação também apura o conteúdo publicado na plataforma SoundCloud. Uma faixa lançada um mês antes do crime, com o título “Charlie Kirk Dead at 31”, assinada por Skye Valadez, chamou a atenção dos investigadores. O mesmo autor divulgou outra música intitulada “Charlie Kirk’s Death Isn’t Enough for Me”.
