Nesta semana, há previsão de divulgação de pesquisas do Datafolha, do Poder360, do Futura, do MDA e da Quaest, todas para sondar as intenções de voto para a Presidência em 2026.
Como escrevi mais cedo, a direita precisa resistir ao fetiche impulsionado pela mídia comercial de ficar debatendo candidato presidencial, criando disputas internas no campo conservador.
Goste-se ou não, Jair Bolsonaro é um fenômeno eleitoral sem concorrentes. Mesmo que o Supremo o condene à prisão, o que é bastante provável, ele indicará quem concorrerá em seu lugar. Hoje, ele tem duas opções: Eduardo e Michelle.
Fora do seu círculo pessoal, apenas Tarcísio de Freitas tem chance contra Lula. Mas uma candidatura sem o aval de Bolsonaro apenas racharia a direita. Quem insiste em demandar nomes nas urnas neste momento semeia o dissenso.
A direita, em vez de brigar entre si, deve concentrar-se em consolidar seus palanques estaduais, com candidatos a governos e assembleias, e também à Câmara dos Deputados; mas, sobretudo, ao Senado.
Assista:
Lula e Dirceu focam no Senado; direita na Presidência e STF impõe censura
