Ela se referiu ao fato de Ives Gandra ter participado da Assembleia Constituinte de 1988, que deu origem à atual Constituição Federal.
O processo foi aberto após denúncia da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e do Movimento Nacional dos Direitos Humanos (MNDH), com base em investigações da Polícia Federal.
Segundo a PF, foi encontrado no celular do tenente-coronel Mauro Cid um documento mencionando Ives Gandra e defendendo a possibilidade de intervenção militar com base na Constituição. Cid era ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e atualmente é réu no STF por envolvimento em uma suposta tentativa de golpe de Estado.
