Esquerda pressiona STF para criar imposto sobre grandes fortunas
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Brasil

Esquerda pressiona STF para criar imposto sobre grandes fortunas

Carnaval paralisa votações no Congresso por 12 dias; não há sessões na Câmara e no Senado até 23 de fevereiro
Foto: Agência Brasil

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Por Redação

Ação do PSOL tenta obrigar parlamentares a criar novo tributo e põe em risco a liberdade econômica

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar no próximo dia 23 de outubro uma ação movida pelo PSOL que tenta obrigar o Congresso Nacional a aprovar uma lei complementar criando o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), um tributo previsto na Constituição desde 1988, mas jamais regulamentado.

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O partido de esquerda acusa o Legislativo de omissão e alega que a ausência dessa lei torna o dispositivo constitucional uma “letra morta”.

O STF julga no dia 23 de outubro uma ação do PSOL que pode obrigar o Congresso a criar o Imposto sobre Grandes Fortunas. A medida é vista por liberais e conservadores como ativismo judicial e risco à economia, podendo elevar a carga tributária e afastar investimentos.foto: STF
O STF julga no dia 23 de outubro uma ação do PSOL que pode obrigar o Congresso a criar o Imposto sobre Grandes Fortunas. A medida é vista por liberais e conservadores como ativismo judicial e risco à economia, podendo elevar a carga tributária e afastar investimentos.
foto: STF

Na prática, o PSOL tenta transferir ao STF a tarefa de forçar o Parlamento a criar um novo imposto, sob o argumento de que isso reduziria desigualdades no sistema tributário brasileiro.

Mas o movimento é visto com forte resistência dentro do Congresso e entre economistas liberais, que apontam uma grave interferência do Judiciário em um tema claramente político e econômico.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) já se manifestou contra a obrigatoriedade, afirmando que o IGF é uma faculdade legislativa, não um dever constitucional e que cabe apenas ao Congresso decidir se quer ou não instituí-lo.

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