A primeira-dama Janja viajou para Nova York nesta quarta-feira (17) para participar da Assembleia Geral da ONU, somando 145 dias fora do Brasil desde o início de 2023. De acordo com um levantamento do Poder360, a socióloga realizou 33 viagens para 35 países nesse período, superando o número de dias no exterior do próprio presidente Lula.
Em 2025, Janja passou 42 dias fora do país em oito viagens internacionais, sendo duas delas sem a presença do presidente. Essa nova viagem a Nova York, para a qual ela partiu três dias antes de Lula, reforça a mudança em seu perfil diplomático.
No início do governo, as missões eram mais curtas e protocolares, mas agora se tornaram mais longas e autônomas, com uma média de 5,25 dias por deslocamento neste ano.
Apesar de não ocupar um cargo público, a primeira-dama tem participado ativamente de missões internacionais, representando o governo em eventos sociais, culturais e diplomáticos.
Em Nova York, ela terá uma agenda focada em pautas sociais e, posteriormente, acompanhará o presidente, que fará o discurso de abertura da Assembleia da ONU.
Assembleia Geral da ONU
Em Nova York, ela terá uma agenda focada em pautas sociais e, posteriormente, acompanhará o presidente, que fará o discurso de abertura da Assembleia da ONU.
A socióloga foi aos EUA como enviada especial para mulheres da COP30, que será realizada em Belém (PA) em novembro de 2025.
Janja viajou no avião da Força Aérea Brasileira (FAB) com a equipe precursora, grupo de servidores que prepara a agenda do presidente. Ela está hospedada na residência oficial do embaixador brasileiro na ONU, onde Lula também ficará.
Em Nova York, a primeira-dama participa de encontros focados em pautas sociais e na conexão entre gênero e clima. Entre eles, uma reunião de trabalho sobre o tema promovida pelo Instituto Georgetown para Mulheres, Paz e Segurança, um debate sobre a situação na Faixa de Gaza e um encontro para discutir a preservação da democracia.
Lula deve chegar na cidade no domingo (21) e fazer o discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU na terça (23).
