China rejeita conclusão dos EUA sobre ‘trabalho forçado’
Brasília, Quarta, 03 de junho de 2026
Mundo

China rejeita conclusão dos EUA sobre ‘trabalho forçado’

"Nos opomos ao uso disso como desculpa para manipulação política"

Foto: David Yu/Pixabay

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Por Redação

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, rejeitou nesta manhã (03) a conclusão de uma investigação do USTR (Representante Comercial dos EUA), que aponta o uso de “trabalho forçado” no país asiático como forma de vantagem competitiva sobre produtores norte-americanos.

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Na noite de ontem (02), o relatório do governo dos Estados Unidos concluiu que países como China e Brasil não teriam conseguido proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com “trabalho forçado”. Como resposta, Washington propôs tarifas adicionais de 12,5% sobre produtos desses países.

“Não existe o chamado trabalho forçado na China, e nos opomos ao uso disso como desculpa para manipulação política”, disse Mao Ning em coletiva de imprensa.

Além da China, outros países também reagiram. O governo do Reino Unido afirmou estar em diálogo constante com Washington e disse adotar medidas para combater o trabalho forçado em cadeias de produção domésticas e globais, destacando que mantém negociações com os EUA sobre o tema.

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