Uma bomba caseira atribuída ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) explodiu na manhã desta quarta-feira (12) no Terminal Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo (SP). Não houve feridos, mas duas plataformas foram interditadas.
A Polícia Militar acompanhou o caso e, após a explosão de um artefato deixado em uma sacola, acionou o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate). O Esquadrão Antibombas desativou o dispositivo com segurança.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento da explosão, quando o artefato, colocado embaixo de um banco, estourou, causando pânico entre os passageiros e espalhando papéis pelo terminal.
Esses panfletos foram supostamente assinados pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) e continham mensagens como “Abaixo os generais golpistas”, “Viva o maoísmo” e “Morte aos fascistas”.
O material ainda mistura o nome “Partido Comunista do Brasil”, correspondente ao PCdoB, com a sigla “PCB”, do Partido Comunista Brasileiro.
Em nota, o PCdoB negou qualquer envolvimento. “O Diretório Estadual do PC do B-SP vem a público esclarecer, de forma categórica, que não tem qualquer envolvimento com os artefatos explosivos colocados na estação Pinheiros, tampouco com a carta supostamente assinada por nossa organização”.
O partido classificou o episódio como “uma grave e irresponsável provocação” e afirmou que está tomando “todas as medidas jurídicas cabíveis” para identificar os responsáveis.
