Bolsa no governo petista contrasta com a alta de listagens registrada no governo Bolsonaro
Ao longo dos últimos 12 meses, o número de companhias listadas na B3 caiu de 439 para 425, totalizando 14 saídas no penúltimo ano do Lula 3. No início desta semana, a Gol e o Banco Pan anunciaram planos para deixar a “Bolsa do Brasil”.
O mercado financeiro deve encerrar o 4º ano consecutivo sem nenhuma abertura de capital. Desde o ano eleitoral de 2022, nenhuma empresa brasileira listou ações na bolsa. As deslistagens, no entanto, têm sido padrão durante o Lula 3. Foram:
- 11 saídas em 2022,
- 13 em 2023,
- 14 em 2024
- E outras 14 já em 2025.
Muitas das empresas que deixaram a bolsa já enfrentavam dificuldades financeiras. Mas, diante do aumento dos custos operacionais, da desvalorização do real e dos juros persistentemente altos ao longo do quadriênio, a permanência na B3 se tornou insustentável.
O cenário do Lula 3 contrasta com os quatro anos anteriores, do governo Bolsonaro. Em 2018, ano eleitoral, apenas três empresas listaram ações na bolsa. Já nos anos seguintes, durnate a gestão de Jair, o número de estreias cresceu significativamente: cinco em 2019, 28 em 2020 e 46 em 2021.
